O Out-of-Home é voz ativa de todos

Vamos a meio do ano e algo que todos concordamos é que 2020 trouxe inúmeras mudanças no comportamento das pessoas, das marcas e dos meios. A verdade é que os temas da saúde publica e do impacto económico que a pandemia trouxe para cima da mesa colocaram muitas coisas “on hold” tendo afetado a forma como os consumidores veem as marcas.
De acordo com um estudo recente da American Association of Advertising Agencies, cerca de 43% das pessoas querem ser impactadas por marcas durante este período e quase 60% dos consumidores têm uma pior perceção de marcas que se deixam ficar “caladas”.
Nos últimos tempos temos sido relembrados que a voz e conteúdo das marcas não vive no vazio. Sobretudo o conteúdo que as marcas promovem é parte do ecossistema da sociedade e as mesmas têm de estar cientes onde e como fazem ouvir a sua voz. Tal como Stephan Loerke, CEO da World Federation Pf Advertisers, afirmou numa entrevista à CNBC, a forma como passamos as mensagens, onde as marcas colocam os seus anúncios, dizem muito sobre as mesmas.
O Out-of-Home, a publicidade de exterior, grande, marcante e altamente visível, cria oportunidades ótimas para as marcas partilharem as suas mensagens. Agora, mais do que nunca, depois de tantos meses fechados em casa, queremos é aproveitar ao máximo a vida no exterior. Com o OOH, as mensagens das marcas são o conteúdo e, ao partilharem a sua voz, apropriam-se assim do ambiente, não só físico, e conseguem moldá-lo.
O impacto da comunicação offline é real. Cada vez mais vemos as marcas a alinharem-se com o ambiente sociocultural que se faz sentir e a definirem uma posição concreta recorrendo ao OOH, uma vez que é uma plataforma segura para partilhar mensagens, estimular Buzz, impactar diretamente a comunidade e, assim, moldar o ambiente e sociedade em que vivemos.

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